Outro ponto a se destacar é o mundo publicitário e das marcas que vem fazendo, literalmente, a cabeça da sociedade. Os objetos em si não são mais o desejo de consumo do ser humano, na realidade são as marcas que as rotulam.
A Adidas, por exemplo, contrata fábricas terciárias em países mais pobres, onde a mão de obra é mais barata. Com o produto já feito só basta colocar a marca por cima e pagar um preço exorbitante. Mas esse valor corresponde ao produto?! É claro que não, na realidade o seu material é tão parecido como tantas outras que são vendidas em outras lojas. No entanto, o preço estipulado advém pela marca Adidas que o objeto carrega e fará da pessoa que a usar ter respeito e status perante as outras que não a usarem.
Em mais um dos slides apresentados na aula de Mídia e Poder, observa-se que a MARCA É MAIS QUE PRODUTO. Na qual empresas entram no negócio das idéias e saem do negócio dos produtos: ato de produção e as pessoas que produzem interessam menos na hierarquia econômica.
Prova disso é o Google que vem desbancando grandes marcas, a exemplo da Coca-Cola, há uns dois anos atrás, onde ela é hoje a marca mais valiosa do mundo. E na realidade, o Google é apenas um serviço de busca na Internet e que, aos poucos, foi comprando alguns serviços nesse mesmo meio e colecionando uma gama de usuários e publicidades. Sendo assim, surgem alguns problemas, como:
• Perda do espaço público; privatização de todos os espaços da vida. • Guerras comerciais mais ferozes giram hoje em torno da propriedade intelectual. • Copyright é hoje a maior exportação isolada dos Estados Unidos, superando os artigos manufaturados, a agricultura e as armas.